Produção de motos sobe 9,8% em agosto frente ao mesmo mês de 2025

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Imagem: Agência Brasil 

A produção de motos alcançou 204,1 mil unidades no mês passado, marcando crescimento de 9,8% na comparação com agosto de 2025. Frente a julho, a alta foi de 7%, segundo balanço da Abraciclo, entidade que representa as montadoras de motocicletas do polo industrial de Manaus (AM), onde está concentrada quase toda a produção nacional do veículo.

O volume, informa a Abraciclo, representa o terceiro melhor resultado para o mês de agosto em toda a série histórica da indústria.

No acumulado de janeiro a agosto, foram montadas 1,46 milhão de motocicletas, alta de 9,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse é o melhor resultado para o período desde 2008 – ou seja, o maior volume em 18 anos.

Segundo o presidente da Abraciclo, Marcos Bento, os números refletem o bom momento do mercado e a capacidade da indústria de acompanhar o aumento da demanda. “As unidades fabris seguem em plena operação para acompanhar o crescimento do mercado. Os resultados refletem a capacidade das fabricantes de responder a essa demanda, mantendo as linhas de montagem em ritmo elevado e garantindo o abastecimento do mercado”, afirma.

Primeiro semestre de 2026

A expansão da produção de motocicletas manteve o ritmo acumulado desde o início do ano. No primeiro semestre de 2026, o setor superou a marca de 1,063 milhão de unidades — alta de 6,3% frente ao mesmo período de 2025, um avanço de cerca de 62 mil motos.

O desempenho refletiu uma demanda consistente em todos os Estados, sustentada por atributos do veículo ligados à economia, mobilidade urbana e uso profissional, além de um ambiente de mercado marcado por lançamentos de modelos mais modernos e tecnológicos.

No varejo, os emplacamentos de motocicletas somaram mais de 1,174 milhão de unidades no primeiro semestre, um recorde histórico, com crescimento de 14,1% na comparação com igual intervalo de 2025, alta de mais de 144 mil unidades.

Com informação do Estadão de Conteúdo (Eduardo Laguna).

Fonte: Mercado&Consumo

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