[Edicase]As férias escolares podem ser uma oportunidade valiosa de conexão afetiva e desenvolvimento emocional (Imagem: Yuganov Konstantin | Shutterstock) Crédito: Imagem: Yuganov Konstantin | Shutterstock
Uma decisão do governo vai alterar de forma significativa o calendário escolar a partir de 2027. As férias de inverno, tradicionalmente iniciadas em janeiro, passarão a ocorrer em fevereiro, impactando diretamente centenas de milhares de estudantes.
A mudança não será aplicada no Brasil, mas na Áustria. O Ministério da Educação do país definiu que, em alguns estados federais, o recesso escolar acontecerá a partir da terceira semana de fevereiro. Até então, as férias começavam ainda no mês de janeiro.

Férias por Shutterstock
De acordo com as autoridades educacionais austríacas, a alteração foi necessária por causa da organização do calendário de feriados. A concentração de datas comemorativas no início do ano acabou tornando inviável a manutenção do modelo anterior, o que levou o governo a redesenhar o período de descanso para evitar prejuízos ao andamento do ano letivo.
A decisão vai atingir cerca de 600 mil alunos nos estados de Salzburgo, Tirol e Vorarlberg. A expectativa do governo é garantir mais equilíbrio na distribuição das aulas ao longo do ano e evitar interrupções excessivas no calendário escolar.
E no Brasil, muda alguma coisa?
Enquanto a Áustria promove essa reestruturação, no Brasil não há previsão de alteração semelhante. O calendário escolar segue praticamente o mesmo formato adotado nos últimos anos, com aulas retomadas no início de fevereiro.
Em São Paulo, por exemplo, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo já divulgou as datas do ano letivo, que devem servir de referência para outros estados. O cronograma mantém cerca de um mês de férias no início do ano.
As aulas começam no dia 2 de fevereiro
O segundo bimestre termina em 6 de julho
As férias do meio do ano vão de 7 a 23 de julho
O retorno às aulas acontece em 24 de julho
O ano letivo se encerra em 18 de dezembro
Por enquanto, qualquer mudança mais profunda no calendário escolar brasileiro segue fora do radar das autoridades educacionais.
Fonte: Jornal Correio









